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‘Robô cambista’, design manipulativo e vendedores não rastreáveis: governo fiscaliza sites de venda e revenda de ingressos

Em relação ao Viagogo, o governo informou que já monitorava a plataforma e o aumento de reclamações por parte dos consumidores. Entre as principais reclamações estão: falta de transparência;
preços abusivos; e atuação como cambista digital.
Já as reclamações contra a Ticketmaster ganharam força depois de uma ação protocolada pela deputada federal Erika Hilton.
Agora no g1
Venda ou revenda
Segundo Ricardo Morishita, o principal problema da Viagogo é a falta de transparência sobre ser uma plataforma de revenda de ingressos e não de ingressos originários.

A determinação é que a Viagogo passe a exibir na página inicial e em todo o processo de compra alertas de que se tratam de ingressos revendidos e não originários. Outro alerta deve ser exibido na finalização da compra.

A medida foi anunciada na segunda-feira (20/07) pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor e publicada no Diário Oficial da União de terça-feira (21). O texto determina uma série de regras para a empresa e dá o prazo de 10 dias para adequação – com uma multa de R$ 100 mil fixada caso ocorra descumprimento.

Recentemente, o ator Gregório Duvivier falou sobre a Viagogo em suas redes sociais. Os ingressos da sua peça “O Céu da Língua” estavam sendo revendidos na plataforma por R$800, quase oito vezes o preço original.

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