Rodrigo Caetano da Silva morreu após bater contra a barreira de proteção metálica
Redes sociais/Divulgação
A Polícia Civil de Limeira (SP) descartou nesta segunda-feira (20) a possibilidade de disparos de arma de fogo contra o engenheiro civil Rodrigo Caetano da Silva, de 45 anos, que morreu após bater a motocicleta que pilotava contra a barreira metálica da Rodovia Engenheiro João Tosello (SP-147), em Engenheiro Coelho (SP), no último sábado (18).
A possibilidade dos tiros havia sido levantada inicialmente pela concessionária Arteris Intervias e pela Secretaria de Segurança Pública (SSP).
O g1 voltou a questionar a SSP nesta segunda sobre a mudança nas investigações, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
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O delegado Leonardo Burger, responsável pelo caso, descartou a presença de marcas de tiros no corpo da vítima e afirmou que Rodrigo Caetano da Silva morreu em decorrência de politraumatismo, ou seja, múltiplas lesões graves causadas pela própria queda da motocicleta.
Com isso, ainda segundo Burger, a investigação seguirá na linha de ocorrência de queda acidental.
A primeira versão do boletim de ocorrência foi registrada como localização/apreensão de veículo e homicídio na Delegacia Seccional de Limeira. Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP). Ainda no registro oficial, a Polícia Civil apontava hipótese de latrocínio.




