“Há muito tempo para tratar desse assunto. E ninguém aguenta mais quatro anos de PT”, afirmou Flávio Bolsonaro.
Questionado pela reportagem do g1 se tinha esperança de receber o apoio da federação na disputa pelo Palácio do Planalto, Flávio disse que sim.
Agora no g1
Participaram da convenção estadual da União Progressista o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), o deputado federal Guilherme Derrite (PL-SP), o presidente do Progressistas em São Paulo, Maurício Neves, e a deputada federal Simone Marquetto (PP-SP).
A presença de Simone Marquetto ocorre em meio às articulações para a definição da chapa presidencial. Como mostrou o g1, na semana passada Flávio Bolsonaro conversou com a parlamentar e manifestou o interesse de tê-la como candidata a vice. Segundo apurou a reportagem, o senador afirmou que a composição dependerá de uma decisão do presidente nacional do Progressistas, Ciro Nogueira, de apoiar a candidatura de Flávio.
Integrantes da cúpula da federação União Progressista — formada por União Brasil e Progressistas — avaliam que a tendência é de neutralidade na disputa presidencial. Sem consenso para declarar apoio nacional a um candidato, a expectativa é que os diretórios estaduais das duas legendas tenham liberdade para apoiar o nome que considerarem mais conveniente.
Durante a convenção da federação, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), Maurício Neves fez um gesto de apoio à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro. Ao discursar, chamou o senador de “nosso candidato” e afirmou que o Progressistas paulista vai “vestir a camisa” de Flávio.
Derrite, que foi secretário estadual de Segurança do governo Tarcísio, disse que "São Paulo é o maior braço eleitoral do país". "É muito importante que a federação esteja com Flavio no estado", disse o político.
Flávio Bolsonaro aproveitou a oportunidade para elogiar Ricardo Nunes. Afirmou que o prefeito é respeitado pelos "bolsonaristas raiz" e que tem "um grande futuro político no estado".
O pré-candidato a presidente usava uma pulseira em que estava escrito "Apocalipse 11:12". O trecho da Bíblia narra uma ascensão ao céu antes de um terremoto matar 7 mil homens: "E ouviram uma grande voz do céu, que lhes dizia: Subi para aqui. E subiram ao céu em uma nuvem; e os seus inimigos os viram", diz o versículo.





