Integrantes do PL afirmam que Michelle Bolsonaro (PL) não foi avisada previamente sobre a elaboração e divulgação da carta escrita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e lida pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em transmissão ao vivo.
No dia 11 de julho, Flávio apresentou o manuscrito assinado pelo pai. No documento, o ex-presidente defendeu a união da direita, indicou o filho como pré-candidato ao Palácio do Planalto e o classificou como seu “porta-voz” na missão de “resgatar o Brasil”.
3 imagensFechar modal.1 de 3A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, líder do PL MulherHugo Barreto/Metrópoles2 de 3Michelle BolsonaroKEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo3 de 3A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) ficou isolada entre parlamentares do partido após tornar pública a crise com Flávio BolsonaroVINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Segundo apurou a coluna, Michelle estava em um grupo de oração durante a elaboração da carta e só teve acesso ao conteúdo após a transmissão.
Questão judicial
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, ampliou as restrições impostas a Bolsonaro e proibiu visitas com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições gerais de 2026. A decisão foi publicada na noite da sexta-feira (17/7).
Como punição, o ministro suspendeu por 30 dias o direito de o ex-presidente receber visitas, com exceção de advogados, médicos e fisioterapeutas. Já Flávio continuará proibido de visitar o pai por 90 dias, o que o impede de vê-lo antes das eleições de outubro.
Como mostrou a coluna Grande Angular, do Metrópoles, Michelle relatou a aliados preocupação com a divulgação da íntegra do manuscrito.
A ex-primeira-dama avalia que a iniciativa pode aumentar o risco de uma nova decisão judicial contra o ex-presidente.





