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Suspeito no ataque a tenente da Rota se entrega: “Medo de morrer”

Um novo suspeito de envolvimento no ataque praticado contra o tenente Ronickson Pimentel dos Santos, das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), se entregou à polícia nesta sexta-feira (17/7). Luis Altino da Silva, o Chuck, de 42 anos, teria contratado outro homem, preso atualmente, para sumir com a moto utilizada no crime.
A Justiça de São Paulo decretou a prisão temporária de Chuck depois de ele comparecer à sede da 3ª Delegacia de Polícia da Divisão de Homicídios do DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa). Na ocasião, o homem afirmou que estava se entregando “para não morrer”.
Segundo a investigação, ele contratou Luiz Henrique de Oliveira Nascimento, de 34 anos, para abandonar a moto em que estavam os dois homens que atiraram contra o tenente. O acordo previa que Nascimento receberia R$ 500 pelo serviço, mas ele recebeu apenas R$ 100.
8 imagensFechar modal.1 de 8Reprodução/Instagram2 de 8Ronickson Pimentel, tenente da Rota baleado na cabeça, e a esposa, Cintia PimentelReprodução/ Instagram3 de 8Ronickson Pimentel dos SantosPolícia Militar/Câmera de segurança/Reprodução4 de 8Arte/Alfredo Henrique/Metrópoles5 de 8Golias é o principal suspeito de atirar contra tenente da Rota Reprodução/SSP6 de 8Polícia de SP oferece recompensa a quem der informações sobre paradeiro de Hércules da Costa Siqueira, o Golias, suspeito de ter baleado tenente da Rota em SPDivulgação/SSP-SP7 de 8Golias durante fuga, acompanhado da esposa e de duas filhas, além de um homem Reprodução/SSP8 de 8Reprodução/SSP
Com isso, sobe para quatro o número de presos suspeitos de participação no ataque ao tenente Pimentel. O último havia sido Luiz Henrique de Oliveira Nascimento, no dia 7 de julho, na comunidade de Heliópolis, zona sul de São Paulo.
Outros sete homens foram mortos por policiais da Rota no decorrer das investigações. Em quatro dos seis boletins de ocorrência obtidos pelo Metrópoles, policiais militares afirmam ter recebido denúncias de que os indivíduos teriam participado do ataque ao tenente. Até o momento, porém, não há comprovação de que qualquer um deles tenha ligação direta com o atentado.
As duas primeiras mortes ocorreram em 29 de junho, dois dias após o crime. Na Estrada Aricanduva, na zona leste da capital, um homem denunciado por suposta participação no atentado morreu após, segundo os policiais, atirar contra a equipe durante a abordagem. No mesmo dia, outro suspeito morreu na Vila Galvão, em Guarulhos, depois de, conforme o registro policial, fazer menção de sacar uma arma durante a abordagem da Rota.

Policial das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), Ronickson Pimentel dos Santos, 39, foi baleado na nuca enquanto aguardava em um semáforo da Avenida Goiás, em São Caetano do Sul, na manhã do dia 27 de junho.
Imagens de câmeras de segurança mostram o PM de moto na avenida quando dois criminosos em outra motocicleta se aproximam (veja acima). O garupa aponta a arma para a cabeça do oficial e atira a queima-roupa. Eles fogem em seguida.
As autoridades não deram detalhes sobre as possíveis motivações do crime e disseram que nenhuma hipótese foi descartada.
Segundo a investigação, o ataque foi premeditado. Outras câmeras de segurança flagraram os suspeitos acompanhando a movimentação do tenente Pimentel pouco antes do crime.
O policial é irmão de Eloá Pimentel, jovem assassinada em 2008 após ser mantida em cárcere privado pelo ex-namorado, Lindemberg Alves, por mais de 100 horas.

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