Ainda segundo a Polícia Civil, após ser informado sobre o resultado da perícia, o empresário aceitou receber o relógio de volta e prometeu devolver integralmente o dinheiro pago.
No entanto, conforme a investigação, o reembolso não foi feito, e Peralta alegou ter revendido o Patek Philippe a outra pessoa, deixando a vítima sem o bem e sem o valor desembolsado.
O relógio, porém, foi encontrado nesta quinta-feira na casa de Peralta.
Antecedentes investigados
Segundo a Polícia Civil, Peralta acumula passagens por crimes como estelionato, receptação, furto, apropriação indébita e ameaça.
Ele também já foi preso 2 vezes e respondeu, em 2009, por ameaça no âmbito da Lei Maria da Penha, em Armação dos Búzios.
As investigações também apontam que o empresário foi alvo de mandados de busca e apreensão em 2019, durante a Operação Boca Rica, da Delegacia de Roubos e Furtos. Na ocasião, 6 lojas que compravam joias e ouro foram lacradas e interditadas.
Segundo a polícia, Peralta foi indiciado por receptação após a compra, por meio de sua loja, de joias e um relógio Rolex de ouro que haviam sido furtados de uma propriedade.
No caso desta quinta, o empresário pode responder por apropriação indébita, estelionato e crime contra a ordem tributária.
A TV Globo tenta contato com a defesa de Peralta.





