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Governo de MG divulga destino de acervo, mas oposição aponta ausências

Belo Horizonte – Uma audiência pública convocada para esclarecer o destino do acervo do Palácio das Mangabeiras terminou sem encerrar a disputa entre governo e oposição. Enquanto a presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemge), Luísa Barreto, apresentou a destinação de obras de arte, móveis e livros retirados do imóvel, deputados afirmaram que parte dos quadros não foi apresentada e cobraram um inventário completo para permitir a conferência do patrimônio.
Durante a audiência pública realizada nesta quinta-feira (16/7) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), a diretora-presidente da Codemge negou que o acervo do Palácio das Mangabeiras esteja “desaparecido” e realizou uma apresentação sobre os itens que integram o acervo e sobre a sua destinação. Mas o deputado estadual Leleco Pimentel (PT) afirma que faltam peças.
Barreto afirmou que o governo passou as últimas semanas catalogando e organizando as informações que apontam onde todos os objetos estão armazenados, distribuídos em órgãos e entidades estaduais, e o registro de localização de cada um deles.
O deputado petista, membro da Comissão de Cultura da ALMG, disse que Barreto não apresentou imagens e nem mencionou o destino de alguns dos quadros que estavam no palácio.

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