A organização criminosa alvo da Operação Hawala utilizava uma rede de empresas para dar aparência de legalidade a recursos provenientes do crime organizado, segundo investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro e do Ministério Público do Estado (MPRJ). De acordo com as apurações, o esquema teria movimentado mais de R$ 100 milhões e prestava serviços de lavagem de dinheiro para integrantes do Terceiro Comando Puro (TCP), além de ocultar valores ligados ao Comando Vermelho (CV) e ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
As investigações apontam que, entre 2021 e 2024, dezenas de empresas foram utilizadas para dissimular valores obtidos com tráfico de drogas, receptação qualificada e comércio de produtos falsificados.





