Um dos integrantes da banda Névula, que é uma das quatro que recebeu cachês milionários da Prefeitura de São Paulo em 2025, segundo revelado pelo colunista Demétrio Vecchioli do Metrópoles, é o secretário-adjunto municipal da Fazenda. As contratações são alvo de apuração (leia abaixo) do Tribunal de Contas do Município (TCM).
Fabiano Martins de Oliveira se apresenta com o nome artístico de “Tenente”. mas hoje é o número 2 da pasta. No mês passado, Fabiano assumiu o posto enquanto o atual secretário, Luis Felipe Vidal Arellano, estava em férias.
Fabiano é auditor fiscal tributário de carreira e foi nomeado na Prefeitura de São Paulo em 2012. Desde então, também exerceu os cargos de diretor de Administração Financeira, diretor de Arrecadação Bancária e diretor do Disponível.
O nome de “Tenente” é usado nos palcos em referência ao cargo de 1º tenente R2 do Exército Brasileiro, onde exerceu atividades entre 1996 e 2005, de acordo com a Secretaria da Fazenda.
7 imagensFechar modal.1 de 7Fabiano Martins de Oliveira é funcionário da Secretaria da Fazenda de São Paulo desde 2012Reprodução/Redes Sociais2 de 7Fabiano é secretário-Adjunto da Fazenda em São Paulo. Ele aparece no canto direito da foto, durante reunião com o Prefeito Ricardo NunesReprodução/Prefeitura de São Paulo3 de 7Fabiano Martins de Oliveira é integrante da banda NévulaReprodução/Redes Sociais4 de 7A banda foi contratada dez vezes pela prefeitura de São Paulo só entre julho e outubro de 2025Reprodução/Redes Sociais5 de 7Para justificar a cobrança de um cachê de R$ 30 mil, a banda apresenta notas fiscais emitidas para shows particulares para uma consultoria de engenharia, para uma pessoa física e para uma das empresa.Reprodução/Redes Sociais6 de 7Foto de divulgação da Banda NévulaReprodução/Redes Sociais7 de 7Névula tem pouco mais de 4,5 mil seguidores em plataformas de streamingReprodução/Redes Sociais
Antes de chegar a São Paulo, Fabiano foi secretário municipal em Atibaia, no interior paulista, entre os anos de 2017 e 2018. Como servidor público, exerceu o cargo de agente fiscal do Tesouro do Estado do Rio Grande do Sul, entre os anos de 2010 e 2012, e administrador na Advocacia-Geral da União (AGU), entre 2007 e 2010.





