Câmara cobra explicações sobre mudanças na zona azul após reajuste e reclamações em Poços de Caldas (MG)
EPTV/Reprodução
A Prefeitura de Poços de Caldas (MG) determinou a suspensão temporária do aplicativo da empresa EXP Parking que administra o estacionamento rotativo da cidade e o cancelamento de notificações de irregularidades de estacionamento emitidas desde 2 de julho, após vazamento de dados de clientes.
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"A gente quer que a empresa garanta a integridade dos meios de pagamento. A gente está cobrando quais são as ações que eles fizeram imediatamente após o incidente e o que eles estão fazendo, como eles podem garantir a integridade dos pagamentos", afirmou o diretor do Departamento Municipal de Transporte e Trânsito (Demutran), Douglas Reis Moreira.
A gestão municipal também exigiu que a empresa aceitasse pagamentos por meio de pix.
"A gente pediu para que eles implementassem o pagamento via pix dentro do aplicativo, que é um pagamento seguro, que não tenha nenhum tipo de vazamento. A gente está acompanhando de perto para garantir que esse sistema funcione da melhor maneira possível", disse o diretor.
A EPTV, afiliada da Rede Globo, procurou a EXP Parking para saber se a empresa vai acatar todas essas medidas cautelares. A empresa confirmou o ataque, disse que abriu investigação sobre o caso, mas não respondeu aos questionamentos sobre as solicitações da Prefeitura de Poços de Caldas.
Vazamento foi de nomes, CPFs e dados de cartão de crédito
Empresa investiga invasão após vazamento de dados da Zona Azul em Poços de Caldas
A EXP Parking informou que foi alvo de um ataque que expôs dados pessoais de parte dos clientes que utilizam o aplicativo para reserva de vagas e compra de créditos.
"O incidente expôs, sem autorização, alguns dos dados pessoais de uma parcela de clientes que utilizaram o aplicativo da EXP Parking, como: nome, CPF e dados do cartão de crédito usados em transações de compra de créditos. Informações de contato, como telefone e e-mail, não foram comprometidas", disse em comunicado.
A empresa informou que adotou medidas técnicas e de governança para conter a invasão assim que identificou o ataque e abriu uma investigação com uma empresa especializada, notificou a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e suspendeu temporariamente os pagamentos com cartão de crédito.





