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Ampliação do teste do pezinho no SUS pode detectar até 50 doenças raras e salvar vidas

Teste do pezinho ampliado pode salvar vidas
Reprodução/TV Globo
Cinco anos depois da lei que ampliou o teste do pezinho no Brasil, a maior parte dos estados ainda não oferece a versão completa do exame.
Em cada gotinha de sangue, o laboratório da Universidade Federal de Minas Gerais investiga se o bebê tem alguma doença rara. As amostras chegam de postos de saúde de todo o estado.
Uma lei federal prevê a ampliação do teste do pezinho no SUS: de 6 para 50 doenças. A implementação tem cinco etapas desde 2022. O Ministério da Saúde fixou prazo até 2030 para o cumprimento da lei.
"Qualquer dia que você perde aí nessa trajetória, você está, de uma certa maneira, retardando a possibilidade dessa criança não ter sequelas," explica José Nélio Januário, diretor do Nupad (Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico da UFMG).

"Porque essas doenças, particularmente as doenças da ampliação, elas provocam sequelas muito graves. O diagnóstico tem que ser realmente precoce, assim como o tratamento."
Além de salvar vidas, o teste do pezinho ampliado também é bom para os cofres públicos. É o que revelam dados do Ministério da Saúde que o Jornal Nacional obteve pela Lei de Acesso à Informação.

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