Torneio de golfe em Rio Preto reúne melhores do país e histórias inspiradoras
Enquanto os melhores golfistas do país disputam o título do Quinta do Golfe Pro-Am, em São José do Rio Preto (SP), o torneio também tem revelado histórias que vão muito além das tacadas decisivas.
Em um esporte frequentemente associado ao alto custo e ao acesso restrito, alguns dos atletas que hoje dividem o campo com profissionais descobriram o golfe graças a projetos sociais e transformaram completamente a própria trajetória.
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Rio Preto é sede da primeira etapa de uma das maiores competições do golfe nacional. O JCB Rocester Quinta do Golfe Pro-Am 2026 é a primeira das cinco fases do Tour Profissional CBGolfe 2026. A competição entra na reta final reunindo 30 jogadores profissionais e sete amadores.
Torneio em Rio Preto (SP) reúne elite do golfe
Reprodução/TV TEM
O evento termina no sábado (11). Ao final, será servida a tradicional Feijoada Solidária Open Bar em prol da associação, com música ao vivo, premiação e momentos de confraternização.
Alto nível
O nível técnico elevado deixou a disputa aberta até a decisão, com vários atletas chegando à última rodada com chances reais de conquistar o título.
Para o golfista profissional e anfitrião do torneio, Ronaldo Francisco, receber uma competição desse porte em Rio Preto representa um momento importante para o esporte.
"É um prazer enorme receber todos os jogadores. O nível está muito alto, tanto entre os profissionais quanto entre os amadores. Era um passo importante para fortalecer o golfe profissional brasileiro", afirma Ronaldo.
Segundo a organização, os 20 melhores colocados recebem premiação em dinheiro, no valor mínimo de R$ 120 mil. Mas, para muitos competidores, o maior prêmio veio muito antes de entrar em campo.
Torneio de golfe em Rio Preto (SP) revela histórias de atletas que tiveram a vida transformada por projetos sociais
Reprodução/TV TEM
⛳ Do projeto social aos principais torneios do país
Um dos principais nomes do golfe profissional brasileiro, Andrey Xavier conheceu o esporte aos oito anos em um projeto social em Santana do Livramento (RS). Morador de um bairro carente, ele nunca imaginou que um dia viajaria o país disputando torneios.
"Foi através do projeto que conheci o golfe. Já são mais de 15 anos no esporte. É meio que quebrando um pouco esse tabu de que o golfe é elitizado no Brasil. Dá para acreditar e sonhar grande vindo de um projeto social", conta Andrey.





