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Após condenação, irmão de Virginia diz: “O importunado foi eu”

William Gusmão, irmão da influenciadora Virginia Fonseca, postou uma série de vídeos em seu Instagram na noite dessa quinta-feira (9/7) para falar sobre a condenação por importunação sexual contra uma mulher.
Segundo William, a vítima, chamada Rauriceia Martins da Costa, tentou provocá-lo e teria armado situações para que ele fizesse “alguma coisa física com ela&#8221.
“Tirei três fotos com essa menina. Fui para um canto com um amigo. Ela voltou com uma menina filmando atrás dela e começou a xingar a minha mãe e a minha irmã do nada. Percebi que a menina era muito maldosa e queria alguma coisa de errado comigo&#8221. diz ele, afirmando não ter encostado no bumbum da moça.

A denúncia envolve dois episódios que teriam ocorrido durante a festa Revoada, em abril de 2023, em Jussara (GO).
Rauriceia Martins da Costa afirmou que foi importunada sexualmente por William Pimenta Gusmão ao pedir uma foto com o empresário.
Em setembro de 2023, o Ministério Público de Goiás denunciou William por importunação sexual, e ele se tornou réu em dezembro do mesmo ano.
Em fevereiro de 2025, a Justiça absolveu William por entender que não havia provas suficientes para condená-lo.
A vítima recorreu da decisão, e o caso voltou a ser analisado pela 1ª Câmara Criminal do TJ-GO.
Em julho de 2026, os desembargadores reformaram parcialmente a sentença e condenaram William pelo primeiro episódio, mantendo a absolvição em relação ao segundo fato.

“Ela queria um contato físico comigo. Ela começa a xingar a minha mãe e irmã de novo. Ela estava tentando uma agressão física. Só que ela não conseguiu porque eu percebi a maldade dela. Depois ela voltou de novo e de novo. Ela tentou tirar alguma coisa de mim. Eu estava com os dois braços abertos porque não queria tocar nela&#8221. completa.
Por fim, William disse que ele foi o importunado, não a mulher: “O mais louco da situação é que estava cheio de segurança no local. A pessoa que é importunada sexualmente, a primeira coisa que vai fazer é gritar para o segurança. Ela nunca fez isso. Estava preocupada só em gravar&#8221.
6 imagensFechar modal.1 de 62 de 6William Gusmão posa e família durante as festas de NatalInstagram/Reprodução3 de 6"Ápice da escuridão", afirma William Gusmão, irmão de Virginia Fonseca após ataques à família Instagram/Reprodução4 de 6William Gusmão e Virginia FonsecaReprodução/Instagram5 de 6William Gusmão e Virginia FonsecaReprodução/Instagram6 de 6William Gusmão ganhou um carrão da irmã, a influenciadora Virginia Fonseca Instagram/Reprodução Condenação de William Gusmão
A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) reformou parte da decisão que havia absolvido William Pimenta Gusmão e o condenou pelo crime de importunação sexual. O novo julgamento ocorreu na última terça-feira (7/7), após análise do recurso apresentado pela vítima.
Segundo o portal Leo Dias, os desembargadores reconheceram que havia elementos suficientes para responsabilizá-lo por um dos episódios descritos na denúncia oferecida pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO), enquanto mantiveram a absolvição em relação ao segundo fato.
O caso teve início após uma decisão proferida em fevereiro de 2025, quando William foi absolvido sob o entendimento de que o conjunto probatório não permitia uma condenação. Inconformada com o resultado, a vítima recorreu, levando o processo novamente ao Tribunal.
Ao reavaliar os autos, os magistrados concluíram que o primeiro episódio narrado na denúncia estava devidamente demonstrado e decidiram modificar parcialmente a sentença.
O entendimento adotado pelos desembargadores divergiu, inclusive, da manifestação da Procuradoria-Geral de Justiça, que havia se posicionado pela manutenção da absolvição.
O que diz a defesa de William
Em nota, a defesa de William disse que “a decisão não é definitiva, pois trata-se do julgamento de um recurso dos assistentes de acusação&#8221.
“Diante da inocência do acusado e da contradição entre o resultado do julgamento e o entendimento do Ministério Público e da linha de defesa, e considerando que a decisão não é definitiva, ainda cabem recursos aos Tribunais Superiores, que serão utilizados dentro das possibilidades legais&#8221. finaliza.

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