Belo Horizonte – Com o prazo para as convenções partidárias, quando siglas e federações oficializam os nomes que estarão nas urnas em outubro, se avizinhando, os dois principais partidos do país começam a buscar uma definição sobre quem será apoiado na disputa ao governo de Minas Gerais.
Os pré-candidatos mais bem colocados nas pesquisas para presidente, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), seguem sem palanque no estado há menos de três meses da eleição.
Após receber “nãos” do senador Rodrigo Pacheco (PSB) e da petista Marília Campos, o PT de Minas Gerais ainda busca um nome interno para lançar a disputa.
O último a ser aventado foi o do deputado federal e ex-prefeito de Belo Horizonte Patrus Ananias. A avaliação é que o histórico político de Ananias, que inclui ocupar o cargo de ministro do Desenvolvimento Agrário, durante o governo de Dilma Rousseff, o cacifa para assumir a disputa. O nome é mais uma tentativa para tirar o partido do impasse.
Convenções partidárias e registros de candidaturas
O prazo para que os partidos e as federações oficializem as candidaturas que estarão nas urnas começa em 20 de julho e segue até 5 de agosto. Com o tempo esguio, tanto PT quanto PL começam a buscar soluções para a disputa ao Palácio do Planalto.
O PL já cogita abrir mão de uma aliança no primeiro turno com Cleitinho e deixar a aproximação para um eventual segundo turno. Já o PT ainda busca um candidato interno, mas, fontes indicam que, caso não surja um nome competitivo, Lula acene para uma aliança com o MDB que foi costurada pelas direções nacionais.





