Search
Close this search box.
Search
Close this search box.

Justiça dos EUA citou “Gabi Gol” e “Lara Croft” ao indiciar alvos de sanção

Os brasileiros Victor Henrique de Oliveira Shimada e Stella Stefane Nunes de Oliveira, sancionados pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos por suposta ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC), foram indiciados pela Justiça da Flórida, em dezembro do ano passado. Segundo a acusação, os dois atuavam como facilitadores de um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao tráfico internacional de drogas.
De acordo com o documento, os recursos seriam provenientes do traficante mexicano Manuel Garcua-Urrea, conhecido como “Manny” ou simplesmente “M&#8221. Victor Shimada e Stella Stefane, apelidados de “Japa” e “Lara Croft&#8221. teriam atuado ao lado de outros brasileiros que vivem nos Estados Unidos: Gabriel Cezar Menezes, o “Gabi Gol&#8221. Ygor Fokin Saviolli, conhecido como “Boa Sorte&#8221. além de João Andrade e Leandro de Ávila.
Os quatro foram presos na Flórida em janeiro. Segundo as investigações, o grupo distribuía dinheiro de origem ilícita em contas de diferentes bancos nos Estados Unidos para ocultar a origem dos recursos e, posteriormente, repassá-los a integrantes da organização criminosa.
8 imagensFechar modal.1 de 8TCU afirma que falhas em programa favoreceram ações do PCC e CVArte/Metrópoles2 de 8Pixação do PCCAgência Brasil3 de 😯 que muda para alvos de sanções dos EUA por elo com PCCArte/Metrópoles4 de 8Arte/Metrópoles5 de 8Imagem cedida ao Metrópoles6 de 8PCC tem social media e cria “corregedoria” para vigiar integrantesArte/Metrópoles7 de 8Gráfico revela novo organograma do PCC, maior facção do paísCarla Sena/Arte/Metrópoles8 de 8Sistema vai rastrear integrantes do PCC por reconhecimento facial na internetReprodução
Também são apontados como integrantes do esquema Lucca Perez Costa, Leonardo Meira Gomes, Omar Aliperti de Mello Correa e Tadeu Sebastiane Rabelo Alves Barbosa.
Segundo a acusação apresentada pela Justiça dos Estados Unidos, a organização teria atuado entre dezembro de 2022 e janeiro de 2025, período em que teria lavado ao menos US$ 30 milhões no condado de Miami e em outras regiões do sul da Flórida. As investigações indicam que o esquema também se estendia para cidades como Rochester (Nova York), Chicago (Illinois), Cleveland (Ohio), Atlanta (Geórgia), Minneapolis (Minnesota), Los Angeles (Califórnia), Denver (Colorado), Seattle (Washington), Houston (Texas) e Kansas City (Kansas).
Os investigados respondem à acusação de conspiração para lavagem de dinheiro, com base na Seção 1956 do Título 18 do Código dos Estados Unidos.

Tags:

Gostou? Compartilhe!

Mais leitura
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore