Search
Close this search box.
Search
Close this search box.

Homem que ameaçava profissionais de saúde e clínicas no ES e exigia dinheiro por telefone é preso em condomínio de luxo no RJ

Adalberto Pussiarelli da Silva foi preso por extorsão contra profissionais da saúde.
Divulgação/PCES
Um homem de 56 anos foi indiciado e preso preventivamente por integrar um grupo criminoso que ameaçava funcionários de clínicas médicas, hospitais e postos de saúde em troca de transferências bancárias no Espírito Santo e em pelo menos mais três estados.
Adalberto Pussiarelli da Silva foi localizado em um condomínio de luxo no Rio de Janeiro na quarta-feira (1º) e preso durante ação conjunta da Delegacia Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Venda Nova do Imigrante e da Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ).
📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp Segundo o superintendente de Polícia Regional Serrana (SPRS), delegado Alberto Roque Peres, o investigado atuava realizando ligações telefônicas para profissionais da área médica durante o horário de serviço deles.
Nestas chamadas, Adalberto ameaçava as vítimas, dizendo que criminosos que estavam feridos após terem entrado em confronto com a polícia iriam para aquela unidade de saúde em busca de socorro médico. A partir daí, o suspeito se valia do medo dos profissionais para realizar a extorsão.
“Durante essas ameaças, ele começa a enganar as pessoas e colocar o terror, falando que parceiros iriam ao local. No meio disso, ele tirava dinheiro das vítimas, solicitando Pix para suposto pagamento de táxi, para não irem ao local, ou para comprarem remédios em uma farmácia sem a necessidade de ir até o postinho”.

A partir da análise do caso, o paradeiro de Adalberto foi identificado, como explicou o titular da Delegacia Especializada em Investigações Criminais (Deic) de Venda Nova do Imigrante, delegado Eduardo Oliveira.
"Nós identificamos que esse indiciado estaria no Rio de Janeiro, seria uma pessoa que se dedicava a práticas criminosas com uma lista extensa de antecedentes criminais. Um criminoso que se dedicou ao longo da vida a crimes patrimoniais".
Segundo o delegado, também há indícios de que pelo menos mais uma pessoa participava das extorsões.

“A investigação mostrou que a pessoa que era responsável pelas extorsões não seria a pessoa que aguardava a transferência bancária. Então, ao menos duas pessoas figuram esses crimes que se baseiam em fraudes”.
Para os investigadores, este modo de agir seria uma estratégia para facilitar a pulverização do dinheiro, realizando a lavagem, e também dificultar a identificação dos envolvidos.
Até o momento, há nove registros de crimes deste tipo no Espírito Santo, em Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro.
O investigado foi preso e indiciado por extorsão, visto que, conforme o delegado, o uso de um cenário violento, de pânico e grave ameaça configura este crime, e não o estelionato.
Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo
Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo

Tags:

Gostou? Compartilhe!

Mais leitura
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore