O melanoma é a forma mais agressiva do câncer de pele, porém o tratamento da condição pode contar com novas alternativas. Segundo pesquisadores da Universidade do Sul da Flórida (USF), a toxina produzida por ascídias marinhas da Antártida (Synoicum adareanum), um tipo de animal invertebrado, pode destruir as células cancerígenas.
Na natureza, as toxinas produzidas pelo animal, chamadas de palmerolide A, servem para protegê-lo contra predadores. Em testes com ratos, os pesquisadores reaproveitaram a substância e viram que ela foi capaz de impedir o crescimento do melanoma.





