Evolução de Marciele Albuquerque na terceira noite do Festival de Parintins 2026.
A cunhã-poranga do Boi Caprichoso, Marciele Albuquerque, surgiu da alegoria da lenda amazônica "Nhaçã Hekã – Macacos Comedores de Gente" para defender o item 9 na terceira e última noite do 59º Festival de Parintins, neste domingo (28).
A apresentação faz parte do espetáculo "O Brinquedo da Resistência", que encerra o projeto artístico "Brinquedo que Canta seu Chão". O tema da noite destaca a resistência cultural dos povos da Amazônia e a força das tradições populares.
A cunhã-poranga é o item 9 do Festival de Parintins e integra um dos 21 quesitos avaliados pelos jurados. Entre os critérios analisados estão desenvoltura, expressão corporal, indumentária e adequação ao tema apresentado pelo boi.
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Cunhã-poranga do Caprichoso Marciele Albuquerque surge em alegoria na 3ª noite de festival
A alegoria é inspirada em uma narrativa dos povos da Ilha do Bananal. A história acompanha o jovem guerreiro Maricá, que enfrenta os Nhaçã Hekã, criaturas gigantes que ameaçam a floresta e seu povo.
Na lenda, Maricá recebe a ajuda da Cobra e do Sapo, personagens ligados aos poderes da mata. Juntos, derrotam os monstros e restauram a paz, em uma narrativa que simboliza coragem, inteligência e proteção espiritual.
Marciele surgiu da estrutura alegórica ao som da toada "Nhaçã Hekã". Ao chegar à arena, iniciou sua evolução como cunhã-poranga do boi azul ao som de "Amantes Feiticeiras".
Cunhã-poranga Marciele Albuquerque entra na arena.
Lucas Macedo/g1 AM
Marciele Albuquerque na terceira noite de Festival de Parintins 2026.
Lucas Macedo/g1 AM





