O vereador do PT de São Paulo Senival Moura, preso por suspeita de envolvimento com o Primeiro Comando da Capital (PCC), pediu afastamento do partido neste sábado (27/6) para “se dedicar à sua defesa” e não “vincular os últimos acontecimentos” à legenda, de acordo com nota assinada pelo presidente do diretório municipal, Hélio Rodrigues.
Na última quinta-feira (25/6), dia da prisão, o PT já havia dito que o caso seria encaminhado ao Conselho de Ética do partido, o que poderia resultar em medidas disciplinares, como o afastamento anunciado neste sábado e até a expulsão.
“O Diretório Municipal do PT de São Paulo não compactua com qualquer prática ilícita e reafirma que todos os fatos devem ser rigorosamente apurados pelas autoridades competentes, com respeito à lei e às garantias constitucionais”. escreveu o órgão interno na ocasião.
4 imagensFechar modal.1 de 4Senival Moura (PT)Reprodução 2 de 4Vereador Senival MouraRichard Lourenço/Câmara Municipal de SP/Divulgação3 de 4Vereador de São Paulo foi preso nesta quinta (25/6)Instagram/ Reprodução4 de 4Presidente da Comissão de Trânsito, Transporte e Atividade Econômica na Câmara de SPCâmara Municipal de São Paulo/Reprodução
Senival Moura foi preso na operação Última Parada, deflagrada pela Polícia Civil de São Paulo em parceria com o Ministério Público do estado contra um suposto esquema de lavagem de dinheiro do PCC por meio da empresa de ônibus Transunião.
Segundo as investigações, a concessionária, que opera 50 linhas na zona leste da capital, transportando em média 262 pessoas por dia, teria Senival como uma espécie de sócio oculto.





