Search
Close this search box.
Search
Close this search box.

Polícia busca nova testemunha de morte em salto de rope jump

A Polícia Civil tenta identificar e localizar uma testemunha que estava presente no momento em que Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após ser lançada sem cordas da Ponte do Esqueleto, no interior de São Paulo, durante a prática de rope jump.
“Trata-se de uma mulher de cabelos curtos que realizou o salto pouco antes da vítima e permaneceu nas proximidades da base da estrutura após o acidente. Ela pode ter presenciado fatos relevantes para o esclarecimento da investigação”, informou a corporação.
A investigação aponta que, após a queda da vítima, a câmera que estava com ela desapareceu, mas ainda não foi encontrada. “Novos depoimentos e imagens analisadas indicam versões divergentes sobre quem teria retirado o equipamento do local, motivo pelo qual a identificação da testemunha é considerada importante para o avanço das investigações”, detalhou a polícia.
Qualquer pessoa que possua informações parar contribuir com a apuração do caso pode entrar em contato com a equipe responsável por meio do telefone (19) 3444-6928.

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas morreu após cair de uma altura de 40 metros durante prática conhecida como rope jump.
Vídeos mostram três instrutores levantando a vítima e, em seguida, a jogando da Ponte do Esqueleto, em Limeira, interior de São Paulo.
Praticantes da modalidade perceberam que a jovem estava sem cordas. A queda assustou os presentes.
Um amigo da jovem que perdeu a vida na queda ficou em estado de choque ao presenciar o ocorrido e precisou ser socorrido.
Três instrutores — Maicon Fernandes Cintra, Luís Felipe Feliciano Egoroff e Vitor de Freitas Gonçalves —, que aparecem nos vídeos, foram presos por homicídio com dolo eventual (quando há risco de matar, mesmo que sem intenção).
A Justiça decidiu que os três permaneceriam presos. A prisão em flagrante foi convertida para preventiva.
No dia 20 de junho, mais três pessoas — Evelyne dos Santos Gonçalves, João Antônio Pivetta da Silva e Gabriel Barros Martins —,  integrantes da organização do evento, também foram presos temporariamente.

João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva, um dos presos por envolvimento na morte de Maria Eduarda foi, segundo a polícia, o responsável por retirar a câmera GoPro acoplada do braço da jovem.

Tags:

Gostou? Compartilhe!

Mais leitura
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore