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Via terrestre e em caixa acoplada a caminhão: como será o transporte do elefante Sandro para santuário no MT

Elefantes são transportados em caixa acoplada em caminhão para santuário em MT
O destino do elefante Sandro, morador do Zoológico Municipal Quinzinho de Barros, em Sorocaba (SP), foi definido pela Justiça nesta quinta-feira (18). Após um pedido do Ministério Público (MP-SP), o tribunal autorizou a transferência do animal para o Santuário de Elefantes do Brasil (SEB), na Chapada dos Guimarães (MT).
A Prefeitura de Sorocaba informou que vai entrar com recurso contra a determinação.
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Sandro será transportado por via terrestre em uma caixa específica para animais de grande porte, levada por um caminhão. O modelo prioriza o bem-estar durante o trajeto e é o mesmo utilizado na transferência da elefanta Baby, que viaja de Santa Catarina para o mesmo santuário nesta semana Assista acima.

De acordo com o presidente do SEB, Raphael Bontempi Ferreira, a mudança exige a análise de todo o histórico médico e de exames do animal para garantir a segurança na estrada. Ele destacou que a vida no santuário oferecerá um ambiente muito mais amplo e natural.
"Não existe comparação de uma vida em cativeiro como ele tem hoje no zoo de Sorocaba. O espaço é muito mais amplo, existem outros elefantes da mesma espécie que ele pode ter contato, ter uma certa interação, cuidados especializados, equipe especializada, um ambiente natural onde ele pode ter diversos tipos de, de benefícios", destaca Raphael.
O objetivo, segundo o presidente, é permitir que o animal recupere sua autonomia física e psicológica, respeitando suas vontades diárias, algo difícil de ocorrer em zoológicos.
Raphael Bontempi Ferreira, presidente do Santuário de Elefantes do Brasil (SEB), explica que cada elefante tem cuidados específicos que precisam ser observados antes da transferência
Santuário de Elefantes do Brasil/Reprodução
O presidente ainda destaca que a missão da equipe é permitir que os elefantes "possam ser elefantes novamente", com um ambiente naturalizado onde Sandro possa, de fato, observar o que existe de diferente na natureza.

"Essa autonomia vem muito com o lado da escolha que ele quer fazer no dia a dia, qual é a vontade desse indivíduo, de fato, respeitar esta individualidade. O ambiente do santuário, ele oferece estímulos para recuperação psicológica e física desse animal, que em lugares como os zoológicos, é muito difícil de você observar", acrescentou.

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