Pâmela Volp Rodrigues Cardoso foi solta na manhã de quinta-feira (14)
CMU/Divulgação
A ex-vereadora de Uberlândia Pâmela Volp Rodrigues Cardoso e os colegas de cela, Paulo Alberto Faria Silva e José Aldo Gomes da Silva, foram absolvidos das acusações de envolvimento em um suposto estupro contra o detento Djalma José Rios, na Penitenciária Professor João Pimenta da Veiga, em Uberlândia. A decisão da 6ª Câmara Criminal, no dia dia 12 de maio, negou um recurso apresentado pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e confirmou a sentença de primeira instância por insuficiência de provas.
Em nota, a advogada Fabiane Fernandes Martins, que representa Pâmela Volp, afirmou que a manutenção da absolvição confirma a inexistência de provas contra a cliente. Leia a nota completa mais abaixo.
O g1 procura as defesas de Paulo Alberto Faria Silva, José Aldo Gomes da Silva e Djalma José Rios para que se manifestem sobre a decisão.
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A denúncia
De acordo com a denúncia, o crime ocorreu em janeiro de 2022 no pavilhão LGBT+ da unidade prisional. O MPMG sustentou que Djalma José Rios foi obrigado, mediante grave ameaça, a manter relações sexuais com Paulo Alberto Faria Silva. A acusação afirmava, ainda, que a ação teria ocorrido sob o comando de Pâmela Volp e com a participação de José Aldo Gomes da Silva.
Os três réus foram absolvidos em primeira instância, e o MP recorreu pedindo a condenação deles pelo crime de estupro. Ao julgar o recurso, porém, os desembargadores entenderam que as provas produzidas durante o processo não foram suficientes para comprovar a ocorrência do crime nem a participação dos acusados.
No acórdão, o relator do caso, desembargador Jaubert Carneiro Jaques, destacou que a versão apresentada por Djalma apresentou contradições ao longo da investigação e da fase judicial.





