Proibidos pela prefeitura de SP desde 2005, saltos radicais seguem sendo oferecidos no Via
A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto de rope jump no interior de São Paulo reacendeu o debate sobre a prática de esportes radicais em pontes e viadutos. Na capital paulista, a Prefeitura de São Paulo afirma que saltos e outras atividades do tipo são proibidos no Viaduto Sumaré, na Zona Oeste, um dos pontos mais conhecidos da modalidade na cidade. Mesmo assim, empresas seguem anunciando eventos no local pela internet, com ingressos a partir de R$ 89.
Maria Eduarda morreu no sábado (13) após ser lançada de uma plataforma de aproximadamente 40 metros sem que a corda de segurança estivesse conectada ao seu corpo, durante um evento realizado na chamada Ponte do Esqueleto, entre Limeira e Cordeirópolis. Três homens foram presos em flagrante e vão responder por homicídio com dolo eventual.
Na capital paulista, a proibição desse tipo de atividade no Viaduto Sumaré foi adotada pela prefeitura em agosto de 2005.





