Segundo o chefe de fiscalização do Procon, Arimatéa Arêa Leão, os fiscais encontraram indícios de que cervejas de menor valor comercial eram colocadas em barris e vendidas aos consumidores como um chope mais caro.
Reclamações de consumidores online
Reprodução
Clientes já relatavam suspeitas semelhantes
Entre as avaliações encontradas pelo g1, uma publicada há dois anos afirma que o estabelecimento supostamente utilizava cerveja comum nos barris destinados ao chope.
"O chope não é da marca anunciada, parece que botam cerveja dentro do barril", escreveu o cliente.
O mesmo comentário questiona como o restaurante conseguiria vender o produto por um preço abaixo do praticado em outros estabelecimentos e termina classificando a suposta prática como crime.
Outras reclamações mais antigas também apontavam problemas relacionados à bebida. Em avaliações publicadas há seis anos, consumidores descreveram o chope como "só água" e "muito aguado".
Já um comentário feito há quatro meses relatava que a bebida estava quente.
"Chope quente. Não tive uma boa experiência", registrou o cliente.
A confirmação sobre eventual adulteração dos produtos dependerá da conclusão dos laudos produzidos durante a investigação.
Restaurante é alvo de operação por suspeita de adulterar barris de chope e vender bebidas vencidas
Divulgação/Procon-MPPI
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