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Criança de 2 anos compra sofá de R$ 1,9 mil por aplicativo e família só descobre quando produto é entregue, no ES

Matias comprou sofá por aplicativo e família só descobriu na entrega, no Espírito Santo.
Reprodução/Arquivo pessoal
Dois dias após um almoço em família, a publicitária Giselle Madeira, mãe do pequeno Matias, de 2 anos, descobriu que o filho havia feito uma compra no valor de R$ 1.957,89, parcelada em dez vezes, em um aplicativo de uma loja de móveis e eletrodomésticos.

Em poucos minutos e com apenas um clique, a criança pediu um sofá para ser entregue na casa da avó dele, em Santa Mônica, Vila Velha, na Grande Vitória.
📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp A compra, feita em 31 de maio, só foi descoberta no último dia 2, quando Giselle recebeu uma ligação do entregador da loja dizendo que ele já estava com o produto no endereço sinalizado para a entrega.

“Ela falou no vídeo que não poderia cancelar porque já tinha recebido o sofá, mas isso seria um cancelamento antes da compra. Depois de receber o sofá, ela pode exercer o direito de arrependimento”, explicou a advogada.
Ou seja, as lojas têm a obrigação de garantir ao consumidor o direito de arrependimento para todas as compras online, mesmo que não haja defeito no produto. Como ressaltou Suellen, não há necessidade de justificativa.
“Mesmo que o produto seja perfeito, seja exatamente o que você comprou, porque, nas compras online, você não está vendo o produto. Então, é o direito de se arrepender mesmo. Sem justificativa, inclusive.”
Como evitar compras indesejadas
Agora no g1
Ao final do vídeo, Giselle diz que aprendeu algumas lições: “O que fica de lição? Não deixar o celular na mão de criança sem supervisão e não deixar cartão de crédito cadastrado em aplicativo.”
Suellen Mendes acrescenta que é importante habilitar uma dupla verificação para permitir o uso de cartões cadastrados em aplicativos ou no próprio celular para pagamento por aproximação.

“Seja uma senha, reconhecimento facial ou biometria, justamente para que crianças ou criminosos não consigam fazer compras utilizando aquele cartão”, pontua a advogada.
Apesar da dica, a especialista defende que deixar cartões salvos em ambientes online é perigoso não só por conta das crianças que podem acidentalmente realizar compras, inclusive em aplicativos de jogos, mas também porque pode facilitar a atuação de criminosos.
“Nunca deixe o cartão salvo, porque facilita a sua vida, mas facilita a vida de criminosos também”, sinaliza Suellen.
Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo
https://g1.globo.com/es/espirito-santo/edicao/2021/01/29/videos-tudo-sobre-o-es.ghtml Podcast (linkar dentro do backstage sempre o último publicado)
Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo
http://g1.globo.com/espirito-santo/ultimas-noticias.html

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