"Ele caiu e ficou preso na garganta, então ele morreu, asfixiou, ele morreu enforcado. Eu perguntei se ninguém viu, porque ele deve ter se debatido, mas ninguém viu, segundo os funcionários".
A família pediu acesso às imagens das câmeras de segurança, mas, segundo Bruno, o estabelecimento não disponibilizou. "A gente não tem as imagens, então continua a negligência. A gente quer ter o direito de saber o que aconteceu".
Uma equipe da Polícia Militar foi acionada e conduziu os tutores do cão e representantes do estabelecimento até a Delegacia do 2º Distrito Policial, onde prestaram esclarecimentos.
Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:





