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Mulher deixada morta em hospital de João Pessoa sofreu aneurisma e não tinha sinais de violência, diz laudo do IML

Mulher de 42 anos é deixada sem vida no Hospital Edson Ramalho, em João Pessoa
Uma mulher, identificada como Maria de Lourdes, que deu entrada no Hosítal Edson Ramalho, em João Pessoa, já morta e com hematomas, a noite da quinta-feira (4), após ser deixada no local por um homem desconhecido, morreu de causas, de acordo com o Instituto Médico-Legal (IML), do Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC-PB).

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Em nota, o IML informou que a mulher de 42 anos a causa da morte ficou estabelecida, após exame de necropsia por um aneurisma dissecante de aorta roto, isto é, causa natural. Não foram evidenciados sinais de violências, também conforme o laudo.

O corpo da vítima vai ser liberado aos familiares para o velório e posterior enterro da mulher, somente após a identificação necropapiloscópica, por meio de exames. Ainda não se sabe horário e data de ambos.

De acordo com a família da mulher, ela estava desaparecida há mais de 10 dias. Segundo informação da TV Cabo Branco, ela foi reconhecida por um familiar.
O familiar disse que a mulher que estava desaparecida desde o dia 24 de maio. Ela morava no bairro Valentina de Figueiredo e tinha quatro filhos. Um boletim de ocorrência do desaparecimento chegou a ser registrado.

À TV Cabo Branco, o familiar disse que a mulher morava com um homem com quem tinha um relacionamento, mas o nome dele não foi divulgado. Já os filhos estavam com o pai, ex-marido dela. Procurado, o delegado que investiga o caso ainda não se pronunciou sobre o ocorrido até a última atualização desta reportagem.

Entrada no hospital Hospital Edson Ramalho, em João Pessoa
Rizemberg Felipe/Jornal da Paraíba
De acordo com o Hospital General Edson Ramalho, por volta das 21h da quinta-feira (4), um homem chegou com a mulher na unidade de saúde, pediu ajuda aos maqueiros para colocá-la para dentro e saiu em seguida. Quando a equipe médica avaliou a mulher, que não portava documentos, constatou que ela já estava morta e apresentava hematomas na região do rosto.

A Polícia Civil foi chamada e foram disponibilizadas as imagens do sistema de monitoramento interno, que registraram a chegada da vítima e a saída do homem responsável por conduzi-la até a unidade.
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