Bruno tinha 35 anos e havia atuado como chefe de serviço de segurança do Presídio Elizabeth Sá Rego, o Bangu 5.
Ainda segundo o Ministério Público, Bruno representava uma fabricante de cigarros e teria se tornado um obstáculo aos interesses da organização criminosa de Adilsinho. A denúncia afirma que o grupo tentava monopolizar a comercialização ilegal de cigarros no estado.
O Gaeco sustenta que o homicídio integra uma série de crimes relacionados à Máfia do Cigarro, que também teria ligações com disputas envolvendo a contravenção do jogo do bicho.
Participação dos denunciados
De acordo com a denúncia, Sem Alma, apontado como homem de confiança de Adilsinho, participou da logística de monitoramento da vítima e do planejamento da execução.
Já Jefe teria adquirido, configurado e fornecido o rastreador usado para acompanhar os deslocamentos de Bruno Kilier antes do crime.
Rafael do Nascimento Dutra, conhecido como Sem Alma
Reprodução/TV Globo Quem é Adilsinho
O bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, na sede da PF
Reprodução/TV Globo
Adilsinho foi preso em fevereiro deste ano em Cabo Frio, na Região dos Lagos, após anos foragido.
Segundo a Polícia Federal, ele integra a cúpula do jogo do bicho no Rio de Janeiro e é apontado como um dos principais responsáveis pela produção e distribuição de cigarros falsificados no estado.
Na ocasião da prisão, a PF informou que havia 5 mandados de prisão contra o contraventor, incluindo investigações relacionadas à Máfia do Cigarro e a homicídios atribuídos à disputa por territórios da contravenção.





