Segundo a polícia, em tese, as condutas configuram os crimes de calúnia, difamação e injúria.
Após a coleta de elementos informativos, a Polícia Civil obteve ordens judiciais de busca e apreensão, que foram executadas na casa de um investigado, em Alfredo Marcondes (SP), e no local de trabalho do suspeito, nas dependências da Prefeitura de Santo Expedito.
Durante as diligências da Operação Vox, os policiais apreenderam:
1 aparelho celular;
1 roteador;
1 notebook;
1 computador desktop.
O nome da operação, "Vox", é um termo de origem latina que significa “voz”, em alusão ao uso indevido de plataformas digitais para a disseminação de ofensas e ataques contra agentes públicos, atentando contra o regular exercício do mandato eletivo.
Em nota, a Prefeitura de Santo Expedito informou que o procedimento policial está sob sigilo e, por isso, não tem informações, mas se coloca à disposição das autoridades para colaborar no que for necessário a respeito das investigações.
Ainda conforme a nota, a prefeitura reforçou que abrirá um procedimento administrativo para apurar os fatos assim que tiver conhecimento do teor do inquérito e, posteriormente, adotará as providências cabíveis caso haja alguma irregularidade.
Próximos passos
De acordo com a Polícia Civil, os materiais apreendidos em ambas as ações serão encaminhados para perícia técnica. O objetivo é identificar vestígios digitais de materialidade e autoria para confirmar o vínculo direto dos investigados com os perfis associados aos crimes.
As investigações prosseguem com a análise do material e podem resultar em novas diligências e responsabilizações penais, com observância ao devido processo legal e à ampla defesa.





