Castro deixou o comando do governo estadual em março deste ano, na véspera do julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que analisava um processo por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. Mesmo com a renúncia, o tribunal concluiu o julgamento e declarou sua inelegibilidade.
Ainda assim, Castro vinha mantendo, ao menos publicamente, a intenção de disputar uma vaga no Senado, enquanto tentava reverter a decisão na Justiça. A estratégia começou a ruir após o avanço das investigações da Polícia Federal e a divulgação de novos elementos nos inquéritos, aumentando o risco político para sua eventual candidatura.
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