Professor de jiu-jítsu Melqui Galvão é transferido do Amazonas para São Paulo. Vídeo: Reprodução / Redes Sociais
A Justiça de São Paulo converteu a prisão temporária do lutador, professor de jiu-jítsu e policial civil Melquisedeque de Lima Galvão Ferreira, conhecido como Melqui Galvão, em prisão preventiva por tempo indeterminado.
Melqui chegou a São Paulo na noite de 7 de maio, após ter sido transferido do Amazonas para a capital paulista. Ele foi preso no fim de abril após denúncias de abuso sexual.
🔍A prisão temporária é uma detenção por tempo limitado, usada durante a investigação policial para auxiliar a apuração do crime, como evitar interferências nas investigações. Ela tem prazo definido e costuma ser aplicada antes da denúncia formal. Já a prisão preventiva não tem prazo determinado e pode ser decretada pela Justiça para garantir a ordem pública, evitar fuga do suspeito, impedir ameaças a testemunhas ou assegurar o andamento do processo.
Diante da gravidade das denúncias, ele foi afastado cautelarmente das funções até a conclusão das investigações.
Professor de jiu-jítsu Melqui Galvão já foi preso por homicídio em operação policial no AM





