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Governador Valadares tem maior taxa de homicídios estimados de Minas, aponta Atlas da Violência

Brasil registra menor número de homicídios da série histórica
Governador Valadares registrou a maior taxa de homicídios estimados de Minas Gerais em 2024, segundo dados do Atlas da Violência 2026, divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).
De acordo com o levantamento, o município teve taxa estimada de 45,8 homicídios por 100 mil habitantes. Foram contabilizados 117 homicídios registrados e outros cinco homicídios ocultos — casos estimados pelo estudo a partir de metodologia que considera subnotificação nos registros oficiais. Ao todo, a cidade teve 122 homicídios estimados no ano.
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O índice coloca Governador Valadares à frente de cidades mineiras como Ribeirão das Neves, que teve taxa de 42,3, e Teófilo Otoni, com taxa de 35,8 homicídios por 100 mil habitantes.
Em Teófilo Otoni, o Atlas registrou 48 homicídios registrados, três homicídios ocultos e 51 homicídios estimados em 2024.
Visão panorâmica de Governador Valadares
Fábio Monteiro/Inter TV dos Vales
Cidade aparece entre as primeiras posições em outros indicadores
Além de liderar o ranking mineiro de taxa de homicídios estimados, Governador Valadares também aparece entre as cidades com maiores números absolutos de violência letal no estado.
O município ocupa a segunda posição em número de homicídios registrados em Minas Gerais, com 117 casos, atrás apenas de Betim, que teve 127 registros.
A cidade também aparece em terceiro lugar no ranking estadual de homicídios estimados, com 122 casos, ficando atrás de Betim, com 151, e Ribeirão das Neves, com 146.
Já Teófilo Otoni aparece entre os municípios mineiros com maiores taxas de homicídios estimados, ocupando a terceira colocação no estado.
Veja ranking das cidades mais e menos violentas do Brasil, segundo o Atlas da Violência
O levantamento considera como homicídios registrados os óbitos por agressão, intervenção legal e operações de guerra contabilizados no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde.

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