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Patricinha não: menina de 2 anos fica ‘muito braba’ com rótulo e defende tradição com chimarrão; VÍDEO

Gaúcha de 2 anos fica 'muito braba' com rótulo de patricinha
Aos 2 anos, Bia ainda está aprendendo muitas palavras, mas já sabe exatamente o que não quer ser: patricinha.
O rótulo surgiu em uma conversa com a mãe, Natália Peixoto, dentro do carro, e a reação foi imediata: cara fechada e o aviso de que estava "ficando braba". Assista vídeo acima.
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Moradora de Triunfo, na Região Metropolitana de Porto Alegre, a pequena já sabe bem como se define. Entre uma cuia e outra de chimarrão, diz com convicção: é "gaúcha".
O momento foi registrado em vídeo e publicado nas redes sociais, em um perfil com mais de 160 mil seguidores. A publicação já ultrapassa 270 mil visualizações.
Questionada pela mãe se é "americana ou gaúcha", Bia não hesita. E, na dúvida entre "prenda ou patricinha", também não deixa dúvidas: "prenda".
Logo depois, vem a prova prática. Incentivada pela mãe ao ouvir que "prenda toma chimarrão", Bia leva a cuia à boca. E completa a cena cantando “Maçanico”, música tradicional gaúcha.
Conheça Bia, a menina que cresce cercada de bichos e viraliza com cenas do dia a dia
Apesar do sucesso nas redes, o vídeo da "patricinha" surgiu de forma despretensiosa. Era noite, e a família estava no carro enquanto o pai de Bia ia levar um cavalo ao campo. Durante o trajeto, ele tomava chimarrão e a filha pediu para participar.
“A gente esperou a água mornar e ela começou a tomar”, lembra Natália. Como de costume, ela decidiu registrar o momento.
Foi então que começaram as perguntas, em tom de brincadeira.
"Achei muito engraçado”, conta a mãe. “Porque ela tem dois aninhos, não sei se ela sabe o que é 'patricinha'", conta Natália.
Gauchinha Bia
Reprodução/ Redes sociais/ Instagram
Cultura gaúcha
O contato de Bia com a cultura gaúcha começou desde cedo. E isso passa, principalmente, pela convivência familiar. O pai de Bia é uma das principais referências.
"Ele laça, cultiva bem a tradição", explica Natália.
Não por acaso, a menina também demonstra interesse em reproduzir esse universo. Gosta de vestir bota, colocar bombacha e dançar músicas típicas. O "Maçanico", música que canta no vídeo, já faz parte do repertório.
"É uma coisa dela", resume a mãe.
Amor pelo chimarrão
Gauchinha Bia tomando chimarrão
Arquivo pessoal
Inclusive, o gosto pelo chimarrão não é novidade na rotina de Bia. Segundo a mãe, a relação da menina com a bebida começou muito cedo, ainda antes de completar um ano de vida.
"Ela tinha uns 10 meses. Com água morninha. E ela toma chimarrão porque ela gosta mesmo. Ela viu o pai e o avô dela tomando e quis experimentar", relembra.
A cena pode até surpreender, especialmente porque o chimarrão costuma ser associado ao amargor, motivo pelo qual a própria mãe não consome a bebida, mas com Bia é diferente.
"Ela gosta muito de comer a erva, molhar o dedo e botar na erva e comer", revela Natália. "É uma coisa que eu digo que já nasceu com ela".
Rotina ao ar livre
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O vídeo é só um entre muitos compartilhados por Natália no perfil da filha. Por lá, os seguidores acompanham o dia a dia de Bia em uma casa cheia de animais.
A combinação de infância no interior, contato com a natureza e traços marcantes da cultura local ajuda a explicar o sucesso, mas é a personalidade da menina que realmente chama atenção.
Entre respostas afiadas, caretas sinceras e uma relação com tradições tipicamente gaúchas, Bia transforma cenas simples em momentos que viralizam.
"Não é nada forçado, não é nada armado. Eu simplesmente pego o telefone e gravo a nossa rotina e viraliza", conta Natália.
A rotina de Bia é majoritariamente ao ar livre. Ficar dentro de casa não é exatamente a opção preferida.
"Ela gosta de estar na rua, explorando. É uma criança curiosa", descreve a mãe.
Em alguns dias, a menina passa o tempo em casa com a família, mergulhada nesse universo natural. Em outros, frequenta a escolinha. Ainda assim, é no quintal com seus melhores amigos que ela parece se sentir mais à vontade.
Para a mãe, esse contato é essencial.
“Os animais transmitem a questão da responsabilidade, do cuidado, do amor, da troca. Então, eu acredito que esse amor que ela tem pelos animais hoje vem da gente", diz Natália.
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