"Os primeiros sinais foram o nariz escorrendo, aquela secreção clarinha, quase transparente. Muita tosse, no começo seca, depois começou carregada, e aí veio a febre de 38°C, 39°C. No terceiro dia de febre, levei na UPA. Foi coisa de dois, três dias, no máximo, ele já ficou bem ruinzinho. Dava para ver o cansaço na barriguinha dele, e ele é muito pequenininho. Fiquei bem assustada".
O pequeno Gabriel, de seis meses, passou 11 dias internado em Ribeirão Preto (SP) após contrair o vírus Influenza
Reprodução EPTV
Vírus em circulação e baixa adesão à vacina
Neste ano, segundo a Vigilância Epidemiológica, o vírus Influenza A é o principal responsável pelos quadros graves em Ribeirão Preto, respondendo por 35% das internações.
Em seguida, aparecem o Rinovírus (18,9%), a Covid-19 (17,8%) e o Vírus Sincicial Respiratório (12,4%). Também há registros de Influenza B (7,1%), Metapneumovírus e Adenovírus.
De acordo com Luzia Marcia Romanholi Passos, diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, o avanço nos casos mostra que os vírus estão em circulação e podem ser transmitido com facilidade.





