Grover, o cão de serviço do Hospital Infantil de Cincinnati (à esquerda), observa a paciente Kira Hodge nos Estúdios Seacrest do hospital.
AP/Carolyn Kaster
Um menino de 5 anos preso a fios e tubos conseguiu se levantar ao lado da cadeira de rodas para jogar uma bolinha para a cadela Hadley no pátio de um hospital infantil em Cincinnati, nos Estados Unidos. Ele estava há mais de um mês sem sair de casa. Sorriu quando a labradora correu para buscar o brinquedo — e recebeu aplausos dos cuidadores.
Cenas como essa têm se tornado mais comuns em hospitais pediátricos americanos que passaram a incorporar cães de apoio em tempo integral à rotina de atendimento.





