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Emendas parlamentares para obras em escolas entram na mira do STF após prisão de Thiago Rangel

A investigação da PF aponta que parte do dinheiro transferido para a VML era posteriormente enviada para empresas ligadas ao suposto operador financeiro do esquema. A reportagem esteve nos endereços das empresas, em Campos dos Goytacazes, mas não encontrou ninguém nos locais.
Após o escândalo e a prisão de Thiago Rangel, a nova gestão da Secretaria Estadual de Educação informou ao STF que nenhum pagamento relacionado às emendas deve ser realizado.
A defesa de Thiago Rangel declarou que o deputado repassou uma emenda à Diretoria Regional do Noroeste para obras na sede do órgão. Segundo os advogados, a contratação da empresa era responsabilidade da Secretaria Estadual de Educação.
O que dizem os citados
A defesa voltou a afirmar que Thiago Rangel nunca recebeu qualquer valor ilícito.
A Secretaria Estadual de Educação informou que faz uma revisão administrativa de todos os processos relacionados a obras nas escolas.
A empresa Universo e Lidiomar Lopes de Souza não retornaram aos contatos da reportagem. A produção também não conseguiu contato com os outros citados.

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