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Influenciadora condenada por fraudes em empréstimos vai ficar presa no regime semiaberto; entenda

Influenciadora condenada por golpes em idosos busca emprego para manter regime semiaberto
A Justiça autorizou a influenciadora de Ribeirão Preto (SP) Ana Paula Ferreira Duarte, mais conhecida como Ana Pink e condenada por golpes com empréstimos consignados, a ficar presa no regime semiaberto.

A transferência para a Penitenciária Feminina de Campinas (SP) ocorreu no dia 5 de maio.
Com a progressão, a influencer, até então mantida no regime fechado na Penitenciária de Ribeirão Preto, poderá passar o dia fora da unidade prisional, caso consiga um emprego (entenda mais abaixo).
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A defesa da influenciadora informou que Ana Pink está em processo de adaptação e ainda não tem um emprego definido.

Ana Pink, influenciadora alvo de ação na Justiça de Ribeirão Preto (SP)
Tiago Aureliano/EPTV
Da condenação à prisão da influencer
A influencer foi presa após ser condenada a 13 anos de prisão por fraudes em empréstimos consignados e lavagem de dinheiro que movimentaram mais de R$ 10 milhões. Ela e o ex-marido Maiclerson Gomes foram acusados pelo Ministério Público de abrir contratos em nome de terceiros, inclusive idosos e aposentados, sem o consentimento deles.

Além da prisão, que ainda pode ser alvo de recursos em instâncias superioes, a Justiça determinou o bloqueio de mais de R$ 11 milhões de reais do patrimônio de Ana e do ex-marido e autorizou o leilão de bens coom carros e imóveis.
A influenciadora chegou a ficar em prisão domiciliar, mas voltou para a cadeia em agosto do ano passado, após o descumprimento de medidas cautelares. O MP apontou saídas irregulares de casa, que só eram autorizadas para levar os filhos à escola.

Embora a segurança possa ser menos rigorosa do que no regime fechado, o indivíduo ainda é considerado um preso e deve seguir normas estritas de conduta.
"Às vezes, tem funções do presídio mesmo, cozinha, faxina, esse tipo de coisa. E tem o preso que sai para trabalhar fora. E aí, sempre uma coisa que é bastante controlada", afirma Daniel Pacheco, advogado e professor de direito.

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