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Ativista paraense integra flotilha interceptada por Israel durante missão humanitária a Gaza

Beatriz integra o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e o Movimiento de Afectados por Represas (MAR).

Além dela, outros três brasileiros participam da missão: Ariadne Teles, Cassio Guedes e Thainara Rogério. Segundo publicação feita nesta quarta-feira (20) pelo perfil oficial Brasil Global Sumud, os quatro seguem sem comunicação.
Israel confirmou a interceptação das embarcações ainda na segunda-feira. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que as forças israelenses agiram com “notável sucesso” para impedir apoio ao Hamas, segundo comunicado divulgado pelo gabinete do governo.
O g1 procurou a Embaixada de Israel no Brasil, mas não recebeu retorno até a publicação desta reportagem.
Países criticam Israel após vídeo de ativistas ajoelhados e de mãos amarradas
O coordenador do MAB, Iury Paulino, afirmou que os integrantes da flotilha foram levados para Israel e devem ter contato consular nos próximos dias. O movimento também se reuniu com representantes do governo federal para pedir medidas contra a ação israelense.
De acordo com Iury, o Ministério das Relações Exteriores informou que os brasileiros estão em um porto em território palestino ocupado e devem ser levados para outro local, onde permanecerão presos até a deportação. O acesso consular deve ocorrer apenas nesta quinta-feira (21).
"Não sabemos pra onde, não sabemos quando. Todo o contato que temos é com advogados internacionalistas", diz.
Vídeos divulgados mostram integrantes da flotilha ativistas ajoelhados, com as mãos amarradas e expostos ao sol por militares israelenses. As imagens foram divulgadas no Telegram pelo ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir. Os detidos aparecem alinhados no chão enquanto o hino nacional israelense toca ao fundo.

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Com a repercussão, o MAB conta que a cresce a preocupação de familiares, movimentos sociais e organizações de direitos humanos. O movimento diz ainda que não há informações concretas nem garantias sobre a integridade física e psicológica dos ativistas.
O MAB relata que a interceptação ocorreu em águas internacionais e "considera a ação ilegal, sendo uma violação do direito internacional e dos direitos humanos" e afirma que este é o segundo episódio de interceptação de brasileiros. Em abril, três ativistas foram detidos durante outra ação israelense.
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