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Professores e servidores da Unesp paralisam atividades no campus de Bauru por reajuste salarial

Campus da Unesp Bauru (SP)
Divulgação
As atividades da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Bauru (SP) estão paralisadas a partir desta quarta-feira (20) após servidores e docentes aprovarem greve em assembleias realizadas entre segunda (18) e terça-feira (19).

A Faculdade de Engenharia (FEB), que ainda não havia aderido ao movimento, também decidiu suspender as atividades entre esta quarta-feira e sexta-feira (22).
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Desde o dia 12 de maio, estudantes da Faculdade de Ciências e da Faculdade de Arquitetura, Artes, Comunicação e Design (Faac) já estavam paralisados.

Estudantes da Unesp em Bauru paralisam atividades durante greve das universidades
Segundo o conselho estudantil, os alunos reivindicam mais investimentos em políticas de permanência estudantil e a contratação de professores e servidores para reduzir o déficit existente.
Já docentes e servidores pedem reajuste salarial maior que o aprovado pelo Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp).

O órgão autorizou aumento de 3,47%, enquanto as categorias defendem reajuste de 4,39%, além de mais 3% para recomposição de perdas salariais.
Em nota, a reitoria "informou que reconhece o direito à livre manifestação da comunidade universitária e afirmou que as reivindicações devem ser debatidas por meio de diálogo com as direções das unidades e o gabinete da universidade", diz o texto.

"Sobre os reajustes, a instituição destacou que as negociações dependem de decisões conjuntas entre Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a própria Unesp, no âmbito do Cruesp", completa a nota.

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