"A ausência do registro civil de nascimento constitui barreira ao pleno exercício da cidadania e à efetivação de direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal do Brasil, de 1988, e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, instituído em 1990", apontou o IBGE.
Quando analisadas as subnotificações de óbitos, ou seja, quando não são notificadas ao Ministério da Saúde, o estado aparece em primeiro lugar.
Confira a lista com maiores taxas de sub-registros
Junco do Maranhão (MA): 70,2% Alto Alegre (RR): 67,9%;
Amajari (RR): 60,1%;
Uiramutã (RR): 55,6%;
Lagoa de Velhos (RN): 41,9%;
Boqueirão do Piauí (PI): 39,2%;
Lagoa do Barro do Piauí (PI): 38,5%;
Pedra Branca do Amapari (AP): 36,7%;
Bom Jesus do Tocantins (PA): 36,2%;
Luís Domingues (MA): 35,0%.
*Vitória Bacelar, estagiária sob supervisão de Ilanna Serena.
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