Eu não estava entendendo nada do que ele estava perguntando. Quando eu respondia algo que ele não queria ouvir, ele começava a me cutucar com agulhas e seringas, fazendo um jogo mental. Ele repetia diversas vezes que ia me matar e que minha vida pertencia a ele. Na minha cabeça, eu já estava morta, recorda.
O irmão da vítima já havia relatado ao g1 que o relacionamento era conturbado e que já havia recebido ligações sobre agressões anteriores. Foi ele quem a resgatou após a fuga.





