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Quem era o motociclista que morreu após cair do Viaduto Roza Cabinda, em Juiz de Fora: ‘Nunca deixou faltar nada para os filhos’

Motociclista sofre acidente no Centro de Juiz de Fora
O motociclista que morreu após cair do Viaduto Roza Cabinda, no Centro de Juiz de Fora, na manhã do último sábado (16), tinha 25 anos, trabalhava como motoboy e fazia uma entrega no momento da queda.
Mateus Emanuel Matias era pai de dois meninos: um bebê de 4 meses e uma criança de 3 anos. Ao g1, a esposa dele, Laura Marques, de 21, descreveu o marido como um homem trabalhador, dedicado à família e amoroso com os filhos.

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Segundo ela, Mateus Emanuel começou a trabalhar como motoboy há cerca de cinco anos, após deixar o emprego em uma empresa de doces quando o casal descobriu a primeira gravidez.

“Ele ganhava apenas um salário mínimo e sabia que não seria suficiente para sustentar a nossa família e criar nosso filho. Então, decidiu começar a trabalhar como motoboy”, contou Laura Marques.

Mateus Emanuel Matias, motoboy que morreu após cair do Viaduto Roza Cabinda, em Juiz de Fora Arquivo Pessoal
À reportagem, Laura Marques relatou ainda que o marido trabalhava todos os dias da semana, para duas empresas e em horário fixo, sempre preocupado em garantir um futuro melhor para a família.
“Ele era uma pessoa muito especial, um homem guerreiro, que nunca deixou faltar nada para os filhos. Pensava sempre no futuro da nossa família, e era por isso que trabalhava tanto. Ele amava o que fazia”, disse.

O corpo de Mateus Emanuel foi velado no Cemitério Municipal ainda no sábado e sepultado no domingo (17).

Motociclista despencou de cerca de 10 metros
Motociclista morreu após bater em mureta e cair do Viaduto Roza Cabinda, em Juiz de Fora
Nayara de Paula/TV Integração
Conforme apuração da TV Integração no local, o motociclista teria perdido o controle da direção, batido na mureta de proteção do Viaduto Roza Cabinda e caído de uma altura de cerca de 10 metros.
De acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), ele sofreu traumatismo craniano grave e múltiplas lesões em diferentes partes do corpo, foi reanimado por 50 minutos, mas não resistiu e morreu ainda dentro da ambulância.

Outros acidentes no local
Este acidente não é o primeiro no Viaduto Roza Cabinda. Em fevereiro deste ano, um motociclista morreu após cair da estrutura.

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