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Jogada musical para Copa tem craques como Ludmilla, João Gomes, Veigh e Zeca Pagodinho, mas bate na trave…

Na teoria, a jogada é boa. Reunir cinco craques de diferentes gerações e estilos musicais – João Gomes, Ludmilla, Samuel Rosa, Veigh e Zeca Pagodinho – para cantar a inédita composição “Bate no peito” com produção musical de Papatinho.

Batidas de funk, samba, forró e rap se alternam ao longo dos quase quatro minutos da gravação feita com os toques dos músicos Bernardo Massot (violão, baixo, sintetizadores, percussão, assovio, cavaquinho), Papatinho (bateria, baixo, percussões, programação e sampler), Pretinho da Serrinha (cavaquinho, cuíca e pandeiro) e Rodrigo Scarcello (acordeom, sintetizador, guitarra e contrabaixo).

Na prática, o single bate na trave. “Bate no peito” não empolga. Não dá vontade de cantar junto.
De todo modo, a música será executada nos estádios durante os jogos da Seleção Brasileira na Copa 2026. Composição creditada a dez autores (Bernardo Massot, BG, Califfa, Carlean, Daniel Mendes, João Gomes, Lary, Lucas Medeiros, Papatinho e Thiago Veigh), “Bate no peito” soa como costura alinhavada sem um bom acabamento. Faltou unidade. Já a letra rebobina clichês de músicas escritas para animar a torcida.

Ainda assim, “Bate no peito” merece ser ouvida várias vezes pelo torcedor porque a causa é nobre, já que toda a arrecadação de royalties oriundos da gravação será doada ao Instituto Fome de Música, organização criada durante a pandemia com foco no combate à insegurança alimentar.

Contudo, descontada a louvável iniciativa de cunho social, “Bate no peito” chega sem cacife para animar o torcedor brasileiro na luta pelo hexa. Ainda falta escalar a trilha sonora ideal para a Copa do Mundo de 2026.
Capa do single 'Bate no peito'
Divulgação

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