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Comissão processante pede cassação do vereador Lincoln Fernandes por ‘rachadinha’ em Ribeirão Preto

Comissão processante da Câmara pede cassação de Lincoln Fernandes em Ribeirão Preto
Uma comissão processante pediu nesta segunda-feira (18) a cassação do vereador Lincoln Fernandes (PL) por quebra de decoro parlamentar devido à prática de "rachadinha" na Câmara de Ribeirão Preto (SP).
No relatório final, os parlamentares que fazem parte do grupo concluíram que houve no gabinete a prática de devolução de salários por parte de subordinados. As conclusões levaram em conta depoimentos de ex-assessores e movimentações bancárias indicando repasses e pagamento de despesas do denunciado.
Durante a leitura, a vereadora Judeti Zilli (PT), relatora do caso, citou indícios como depósitos em nome do vereador e transferências volumosas realizadas por uma ex-assessora na mesma data em que ela assumiu um empréstimo consignado de R$ 20 mil.
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Além disso, mencionou suspeitas de que o aluguel de uma chácara em que Fernandes morava foi pago por um ex-assessor.
"O fato comprovado do ex-assessor que de fato alugou a chácara ter pago comprovadamente boleto de aluguel da mesma, as evidências de entrega de valores em espécie de seus assessores, uma vez que alguns afirmaram que sacavam grande volume de recursos em espécie na data de recebimento dos pagamentos realizado por esta Câmara Municipal, diante de todo o exposto, possui provas para a fundamentação da prática de rachadinha pelo vereador Lincoln Pereira Fernandes", leu a relatora da comissão.

As conclusões serão levadas para votação dos demais vereadores, que devem decidir se cassam ou não Lincoln Fernandes. A sessão extraordinária está prevista para quarta-feira (20), às 10h, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Ribeirão Preto – o plenário do legislativo está em obras.
O vereador Lincoln Fernandes (PL), na Câmara de Ribeirão Preto (SP).
Divulgação/Câmara de Ribeirão Preto (SP)
O advogado de defesa de Lincoln Fernandes, Julio Mossin, disse que não há provas de que houve "rachadinha" no gabinete do parlamentar. "Pelo contrário. Tudo aquilo que foi produzido no processo de cassação navega na inexistência daquilo que foi alegado", disse.

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