“Os principais desafios são inerentes à grande dinâmica hidrológica da região, que é influenciada principalmente pela interação entre as diferentes massas d'água que confluem para o trecho da foz. Além disso, há também a ocorrência de um regime pluviométrico sazonal, caracterizado pelos períodos de "cheia" e de "seca" dos rios”, comentou o Capitão.
O trecho faz parte de um corredor logístico essencial para o escoamento de grãos e minérios do Norte e Centro-Oeste até os portos do Arco Norte.
📍O Arco Lamoso tem cerca de 45 quilômetros de extensão e é considerado um ponto crítico da navegação, onde o rio Amazonas encontra o oceano Atlântico.
A região é vista como a “porta de entrada” para navios que seguem para os portos do Arco Norte, como Santarém (PA), Vila do Conde (PA), Itacoatiara (AM) e Santana (AP).
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O que muda com a ampliação?
Com a mudança, o calado passou a ser de 11,85 metros para navios mercantes com cargas comuns e de 11,65 metros para navios-tanque e embarcações com cargas perigosas, entre 1º de fevereiro e 15 de agosto.
Nos outros meses, os limites são de 11,70 metros para navios mercantes e 11,50 metros para navios-tanque e cargas perigosas.
A Marinha lembra que mais de 95% do comércio exterior brasileiro é feito por via marítima, o que reforça a necessidade de rotas seguras e eficientes para o transporte de mercadorias.
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