Search
Close this search box.
Search
Close this search box.

Mário Frias recua e diz haver ‘diferença de interpretação sobre origem formal’ de dinheiro que financiou filme sobre ex-presidente

Áudio de Flávio Bolsonaro para Daniel Vorcaro; ouça
Após afirmar que o filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não havia recebido nem "um centavo do Master", o deputado federal Mário Frias (PL), produtor executivo do longa, recuou. Em nova nota, enviada após cerca de 20 horas da primeira, ele diz que "não há contradição material entre os posicionamentos públicos sobre o financiamento do projeto, mas uma diferença de interpretação sobre a origem formal do investimento".
Segundo o texto, "'quando afirmei anteriormente que não há 'um centavo do Master' no filme, referia-me ao fato de que Daniel Vorcaro não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora".

Ainda não há informações sobre quanto desse total foi efetivamente destinado ao financiamento do filme ou à empresa responsável pela produção.

O acordo total previa o pagamento de R$ 124 milhões, dos quais R$ 61 milhões foram pagos pelo dono do Master, segundo a reportagem do site The Intercept Brasil, que revelou as conversas entre Flávio e Vorcaro.
Mário Frias, ex-secretário especial de Cultura do governo federal, e atual deputado federal.

Roberto Castro/ Mtur
Leia a íntegra do primeiro comunicado de Mário Frias:
"Na condição de produtor executivo do longa-metragem Dark Horse, sobre a trajetória do presidente Jair Bolsonaro, esclareço:
1. O senador Flávio Bolsonaro não tem qualquer sociedade no filme ou na produtora. Seu papel limitou-se à cessão dos direitos de imagem da família e, naturalmente, ao peso que seu sobrenome agrega na hora de atrair investidores interessados em financiar um projeto desse porte — o que é legítimo, esperado e não configura, em si, nada além do óbvio.
2. Como já esclareceu a produtora GOUP Entertainment, não há um único centavo do sr. Daniel Vorcaro em Dark Horse. E, ainda que houvesse, não haveria problema algum: trata-se de relação estritamente privada, entre adultos capazes, sem um único real de dinheiro público envolvido. E, na época, não havia qualquer suspeita a ele e seu banco.

Tags:

Gostou? Compartilhe!

Mais leitura
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore