Durante a despedida, parentes demonstraram indignação com a motivação do crime. A cerimônia foi marcada por comoção e revolta. Um dia após completar 22 anos, o filho mais velho da ambulante resumiu a dor da família.
“Eu tinha perturbado pra comemorar aniversario e o Dia das Mães. Nunca mais vou querer comemorar meu aniversário”, disse.
“A gente tem que gostar da mesma música? Por causa de uma música vão matar?”, questionou Ruth Maria Gomes, ex-sogra da vítima.





