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Prefeitura cita prazo curto e prorroga grupo que avalia crise no transporte coletivo de Rio Branco

Prefeitura amplia prazo de grupo que avalia crise no transporte coletivo de Rio Branco
Amanda de Oliveira/ Rede Amazônica Acre
O grupo de trabalho que analisa a crise no transporte coletivo de Rio Branco foi prorrogado por mais 30 dias, conforme decisão da prefeitura publicada nesta segunda-feira (11) no Diário Oficial do Estado (DOE). A prorrogação ocorreu, segundo a gestão, para que o grupo apresente uma melhor solução para a crise do transporte na capital.
O grupo foi criado pela administração municipal em abril deste ano para acompanhar e diagnosticar a situação do sistema, bem como detalhar condições técnicas e operacionais, após o serviço entrar em colapso.
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Em nota ao g1, a Prefeitura de Rio Branco explicou que o GT entendeu ser mais adequado estender o prazo devido ao prazo inicial de 30 dias não ser suficiente para a conclusão dos levantamentos necessários. (Confira mais abaixo)
"A prorrogação tem como objetivo garantir a continuidade dos levantamentos técnicos, operacionais, financeiros e administrativos necessários para a elaboração de um diagnóstico completo e adequado sobre o sistema de transporte coletivo público municipal", diz um trecho da nota.
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Crise se estende
Na última semana, o Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região (TRT-14) determinou que a Prefeitura e a Ricco Transpontes publiquem cópias do contrato de concessão operado pela companhia no prazo de cinco dias úteis, com multa diária de R$ 5 mil em caso de descumprimento.
Em abril, o sistema entrou em colapso com a paralisação total da frota de ônibus, que durou cerca de 24h, devido a um protesto de motoristas e demais profissionais por falta de pagamento de salários e direitos trabalhistas. A Ricco alegou que não tinha como arcar com os custos por operar "no vermelho".
Colapso
Os motoristas do transporte coletivo paralisaram totalmente a frota de veículos no dia 22 de abril sob alegação de salários e benefícios trabalhistas atrasados. Com a suspensão da circulação dos ônibus, o Terminal Urbano, no Centro, amanheceu sem passageiros e carros no local naquele dia.
A frota de ônibus de Rio Branco estava reduzida desde março. No dia 14 daquele mês, a Empresa Ricco decidiu paralisar 31 das 50 linhas de ônibus, alegando problemas nos veículos e falta de manutenção nas ruas da cidade.
No dia anterior à paralisação, o secretário-adjunto de Gestão Administrativa, Erick Silva de Oliveira, explicou que a suspensão do edital de licitação do transporte coletivo na capital, divulgado pela Comissão Especial de Licitação (CEL), foi necessária para permitir uma análise mais detalhada dos pedidos de esclarecimento e das impugnações apresentadas por empresas ao processo.
O gestor ressaltou que a medida é prevista em casos de complexidade e serve para garantir uma avaliação mais cuidadosa antes da continuidade do certame. Edital foi publicado em 12 de março e segundo a prefeitura, três empresas demostraram interesse na licitação dentro do período.

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