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Inflação se afasta da meta, mas Banco Central julga decisão de cortar de juros como 'mais adequada'

Fonte original: G1 Política

O Banco Central informou nesta terça-feira (5) que após o início da guerra no Oriente Médio, as expectativas de inflação subiram para este a para os próximos anos.
Mesmo assim, concluiu que esses “eventos recentes não impediriam o prosseguimento” do ciclo de corte de juros e avaliou que uma redução de 0,25 ponto percentual, como registrado na semana passada, seria “mais adequada”.
A informação consta na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), realizada na semana passada, quando a taxa básica de juros da economia foi reduzida de 14,75% para 14,5 ao ano. Foi o segundo corte seguido da Selic, que serve de referência para os juros bancários.
A autoridade monetária também não deu indicação de suas próximas decisões sobre a taxa de juros.
“Mantido o compromisso fundamental de garantia da convergência da inflação à meta dentro do horizonte relevante para a política monetária, o Comitê estabeleceu que a magnitude e a duração do ciclo de calibração serão determinadas ao longo do tempo, à medida que novas informações forem incorporadas às suas análises”, informou o BC, na ata do Copom.
Os economistas do mercado financeiro projetam novos cortes na taxa básica de juros da economia. A previsão é de que a Selic termine esse ano em 13% ao ano, apesar de a inflação estar se distanciando da meta central neste e nos próximos anos.
Como as decisões são tomadas
Para definir os juros, o Banco Central atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão e…

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