Fonte original: G1 Política
Desenrola 2 terá limite de R$ 15 mil para dívida e desconto de até 90%
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (4) que o calendário eleitoral deve dificultar o avanço de medidas de revisão de gastos no Congresso nos próximos meses e defendeu que a política fiscal não é a principal responsável pelo nível elevado dos juros no país.
Segundo ele, o ambiente político entre maio e outubro reduz o espaço para discutir propostas mais sensíveis.
“De maio a outubro é praticamente impossível que o Ministério da Fazenda, a equipe econômica, apresente uma medida de revisão de gastos”, afirmou, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura.
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Apesar disso, Durigan disse que o debate precisa continuar. “É importante abrir um debate civilizado, muito diferente do que aconteceu em 2022, para projetar quais são as opções daqui para frente, como diminuir a pressão das despesas obrigatórias e tornar o arcabouço fiscal mais sólido e crível. Esse debate precisa ser feito”, acrescentou.
O ministro também contestou a avaliação de que o cenário fiscal seja o principal fator por trás dos juros altos e afirmou que há outros elementos mais relevantes, especialmente no cenário internacional.
“Acho que há outros fatores. Por exemplo, o que pressiona a política monetária hoje não é o fiscal, é a guerra. Em outros momentos, como na crise no Rio Grande do Sul ou nas tarifas impostas por Trump, a pressão também não veio …





